O tabagismo e suas consequências físicas e espirituais

Gabriela Marinho
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22/05/2017 às 15h30 - segunda-feira

Muitas são as consequências do tabagismo para a saúde do corpo. Conforme nota publicada pelas Nações Unidas, cerca de 100 milhões de pessoas morreram no século 20 em decorrência do cigarro. Anualmente, esse número corresponde a mais de sete milhões de óbitos no mundo – entre os que fumam e aqueles que são expostos à fumaça. Por isso, o tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável do mundo.

A OMS estima também que 47% de toda a população masculina mundial fuma; já, do total da população feminina mundial, 12%. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) muitas doenças e causas de mortes estão relacionadas a esse vício no Brasil, entre elas estão:

- 85% das mortes por bronquite e enfisema
- 90 % dos casos de câncer de pulmão
- 25 % das doenças vasculares

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As consequências espirituais do tabagismo

E, apesar de alarmantes, tais dados representam apenas a ponta do iceberg, pois existem implicações que vão muito além do que os olhos humanos podem ver. Trata-se das consequências do tabagismo, que marcam o corpo espiritual de todos nós, o nosso espírito

Dessa maneira, em defesa da vida do Ser Humano e de seu Espírito Eterno, é imprescindível alertar a todos quanto às qualidades das escolhas feitas no presente para se entender os graves resultados que ocorrerão, mesmo após o fenômeno da morte. O uso do cigarro traz graves consequências espirituais.

A Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo compreende que ao encarnarmos recebemos de Deus, o Pai Celestial, um corpo para a vestimenta do espírito. Se expusermos nossos organismos a substâncias tóxicas, como o cigarro e outras drogas (lícitas ou ilícitas), fatalmente o corpo físico e o espírito responderão à ação com graves enfermidades. E mesmo com o passar do tempo e com a morte do corpo físico, o espírito continuará a exigir sua regeneração, em busca de seu equilíbrio original. 

Portanto, uma vez encarnados (espírito vivendo na matéria), é necessário preservar ao máximo a saúde da Alma e também a do corpo físico, de maneira equilibrada, para que o tempo e as oportunidades sejam bem utilizados por todos. Visto que se comprometermos a saúde física em virtude de maus hábitos cultivados deliberadamente como o vício do cigarro, o indivíduo é considerado, pela perspectiva espiritual e humana, suicida a médio e longo prazo, pois encurtou sua existência e dispensou a vida dada por Deus para sua evolução espiritual. E, ao escolher isso, o sofrimento do remorso e da culpa não se afastará, mesmo após o fenômeno da morte.

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Um dos grandes equívocos de quem permanece com os vícios maléficos ao espírito é a ilusão de que a morte é a fuga garantida. Após o falecimento, não apenas a vida, mas a dor continuará mais intensa e real do que se imaginava. 

+ Vida após a morte, mesmo quem não acredita verá?

Vício além da morte

Outro fator importante a ser considerado é a constante interação que existe entre os espíritos encarnados na Terra e os desencarnados no mundo espiritual. Embora vivam em diferentes dimensões, há constantemente o diálogo e a ligação através da qualidade dos pensamentos, sentimentos e hábitos. À medida em que se envolve em comportamentos de risco — a exemplo do vício —, o indivíduo está sujeito à aproximação de espíritos ainda usuários dessas substâncias. 

Sim, quando nós passamos para o Outro Lado, não deixámos os nossos erros. Pelo contrário, os levamos juntos com as nossas virtudes. Com a questão dos vícios é a mesma coisa. Muitos espíritos, ainda presos à antigos hábitos passam a acompanhar aqueles que são dependentes (encarnados) com o objetivo de sustentar seus próprios vícios do passado, trazendo, assim, graves prejuízos para os seres encarnados, que raramente percebem tais influências negativas.

O ativista da Revolução Mundial dos Espíritos de Luz, dr. Bezerra de Menezes, em mensagem espiritual endereçada aos pais, psicografada pelo sensitivo Legionário Chico Periotto, assim nos adverte:

Abominem cigarros ou qualquer outro tipo de vício que gere a destruição de seus vasos físicos. Aconselhem aqueles que compartilham de suas vidas (e porventura padeçam desses males) que deixem de lado esses vícios, porque a quantidade e a qualidade de espíritos inferiores que se aproximam quando estamos ligados a pessoas ou situações presas a faixa vibratória tão perigosa é terrível. Vocês nem podem imaginar a nocividade disso!

A compreensão desta realidade espiritual foi trazida pelo próprio Cristo de Deus, que em Seu Evangelho já nos chama a atenção quanto ao diálogo espiritual entre os mundos (da Terra e do céu): 

“Quando o espírito impuro for expulso de um homem, anda por lugares áridos, procurando repouso; e não o encontrando diz: Voltarei para a minha casa, donde saí; e, ao chegar, acha-a desocupada, varrida, adornada. Então vai, e leva consigo mais sete espíritos piores do que ele (espíritos obsessores), e ali entram e habitam; e assim o último estado daquele homem fica sendo pior que o primeiro. (...)” (Evangelho de Jesus, segundo Mateus, 12: 43 a 45). 

É preciso que cuidemos de nosso lar, nossa casa e, acima de tudo, da morada de nossos sentimentos e pensamentos, o nosso íntimo. Por que a presença e a influência desses espíritos, ainda presos aos vícios humanos, se estabelecem também de acordo com a força física e espiritual que dispomos à nossa saúde. E há muitas formas de preservarmos nosso íntimo, mantendo-o saudável. No livro das Revelações, o Apocalipse de Jesus, o Divino Amigo nos traz o convite para oferecer o alimento espiritual que precisamos:

“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abri-la para mim, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo” (Apocalipse de Jesus, 3:20).

E esta amizade demonstra que o amparo celestial existe a todos que estão dispostos à renovação de seus hábitos e à redenção de seus caminhos. Escutemos Aquele que se apresenta ao nosso espírito nos oferecendo para a eternidade o companheirismo verdadeiro que precisamos. Assim brada a Religião do Amor Fraterno:

“Quem confia em Jesus não perde o seu tempo, porque Ele é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho”.

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