Circular Fraterna destaca “O Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração” e Epístola de 1998 do Irmão Paiva
São Paulo/SP, Brasil, 27 de outubro de 2026 (3ª feira)
Às estimadas Irmãs e aos prezados Irmãos Legionários da Boa Vontade, Cristãos do Novo Mandamento, Amigos de Jesus
Deus Está Presente!
Jesus Está Chegando!
1) Foi em 27 de outubro de 1990, há exatos 36 anos, que nosso Irmão Paiva Netto, Líder Espiritual da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, deu início à sua grandiosa série radiofônica “O Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração”. Por meio de profundas análises do Texto Sagrado, essa coletânea de pregações alcançou a expressiva marca de mais de 450 programas. E, na atualidade, temos 11 livros publicados com esse magnífico conteúdo. Destaque neste momento para a coleção Jesus e as Sete Igrejas da Ásia, já com 6 volumes lançados (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes e Filadélfia). Acesse o Clube Cultura de Paz e enriqueça seu Espírito com as valiosas páginas da Literatura da Boa Vontade: ClubeCulturadePaz.com.br ou PaivaNetto.com/livros.

2) Trata-se de um esforço hercúleo cujo diferencial revolucionário reside em demonstrar que o Apocalipse não é um livro indecifrável e que, em sua essência, jamais deve ser interpretado com temor e/ou como anúncio de tragédias.
3) Em uma de suas palestras realizadas a partir de Glorinha/RS, no dia 16 de julho de 2005 (sábado), o Irmão Paiva assim reforçou, aos Simples de Coração, seu entendimento a respeito do Livro das Profecias Finais:
“A humanidade quando distraída, iludida, hipnotizada é que atrai o abismo. Não é o Apocalipse o culpado. O Apocalipse de Jesus tem a força da palavra iluminada que desce das civilizações da Pátria da Verdade Superior, porque o Mundo Espiritual não é uma abstração. São Divinos Conceitos que movem as civilizações, a expressão da Cultura Celeste dirigindo-se às mentes que comandam os corpos e que, por sua vez, são gerenciadas pelo Espírito. Por isso, tão necessária é a Revolução Mundial dos Espíritos de Deus, que a Religião do Amor Universal vem promovendo na Terra. Minhas Irmãs, meus Irmãos, o Apocalipse não é uma ameaça, é salvação!”
4) Hoje, o Jardim de Jesus − conforme o Irmão Paiva o chamava, localizado no Instituto de Educação da LBV, em São Paulo/SP, ao lado da antiga cantina, onde essa extraordinária pregação do Apocalipse do Cristo começou −, passa a abrigar um busto em homenagem ao legado do nosso queridíssimo Líder Espiritual. No endereço desse educandário, anteriormente funcionava a Sede Central da Legião da Boa Vontade e foi palco de muitas dessas históricas preleções sobre o Último Livro da Bíblia Sagrada.

Registro histórico de Paiva Netto durante suas transmissões pregando o Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração.
5) Selecionei, para apresentar a vocês nesta data, uma Epístola que o Irmão Paiva escreveu no dia 9 de junho de 1998 (terça-feira), quando se encontrava em Santa Maria do Arnoso, Lugar de Lages, Portugal, falando, já nas primeiras linhas, sobre a Pedagogia do Ecumenismo Divino aos Simples de Coração. O leitor se vê logo acolhido por sua Alma universal, educadora, por sua percepção visionária que reconhece a Santíssima Trindade – Deus, o Cristo e o Espírito Santo – como imprescindível à união entre Terra e Céu, Céu e Terra, em benefício de toda a humanidade.
6) Vamos, pois, à mensagem dele, que nos instiga o raciocínio espiritual e humano para muito além do entendimento costumeiro.
Viva Jesus em nossos corações para sempre!
Abraço Fraternal!
Irmão Francisco Periotto
Presidente das Instituições da Boa Vontade
A Pedagogia do Ecumenismo Divino aos Simples de Coração e a União das Duas Humanidades, a da Terra e a do Céu
Santa Maria do Arnoso, Lugar de Lages, Portugal,
9 de junho de 1998 (terça-feira)
Às Irmãs e aos Irmãos Cristãos do Novo Mandamento de Jesus; à Pré-Mocidade e à Mocidade Legionária; e a todos os ilustres Irmãos Legionários da Boa Vontade de Deus.Deus Está Presente!
Jesus Está Chegando!
Proposições e considerações
1) Como vocês conceberiam a sistematização da Pedagogia do Ecumenismo Divino para os Simples de Coração?
2) O que propõem para o lançamento da Declaração dos Deveres e dos Direitos do Cidadão Ecumênico?
3) Deus, Jesus, os Espíritos de Luz − a Santíssima Trindade − inspiram o Ecumenismo Irrestrito e o Ecumenismo Total, que unem Terra e Céu, como na descida da Nova Jerusalém, do Novo Céu e da Nova Terra (Redentor Apocalipse do Cristo, capítulo 21, versículos de primeiro a 27), o eficiente distribuidor do Pão da Igualdade, consoante as Leis Universais do Pai Celestial. As tentativas nesse caminho, quando exclusivamente humanas, têm se mostrado falhas. Ouçamos, portanto, o que nos orienta o Mundo Espiritual Superior.
4) Que igualdade? Afinal, o que é igualdade perante Deus?
5) Que colaboração traz o Ecumenismo para que o mundo venha a tornar-se o paraíso (anteriormente perdido) de que fala o Antigo Testamento na Bíblia Sagrada? Qual a participação dos Legionários da Boa Vontade para que o Éden volte a ser achado?
5.a) Antes de tudo, é preciso que vocês definam, com o brilho que lhes é peculiar, o que entendem por paraíso e onde ele estaria localizado.
5.b) Ele foi terreno? Ficava em outro orbe? Sua origem é espiritual? Existem várias gradações dele?
5.c) Ora, quanto mais ele cresce dentro de nós, mais se expande à nossa volta. Por isso, não basta instruir e educar sem a vivência da Espiritualidade Ecumênica, que só se alcança por meio da sintonia com A Espiritualidade Superior.

Título da obra: A bênção.
5.d) O segredo do Governo Espiritual que almejamos para o mundo é uma forma mais elevada de sensitividade a serviço de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista na Terra, leve quantos anos forem necessários até que a Paz de Deus seja instaurada pela Boa Vontade dos seres humanos unida à Boa Vontade dos Anjos protetores da humanidade.
Significado estratégico e divino da temperança
6) Um dia, em Brasília/DF, Brasil, o digno professor Walter Ramos Poyares (1918-2002), poliglota, jornalista, profissional de Relações Públicas, administrador, publicitário, criador dos Cursos de Comunicação Social, virando-se para mim, na presença de várias testemunhas, afirmou: “Meu caro Paiva Netto, só de pensar na responsabilidade da sua missão, eu tremo; ela lhe exige grande habilidade”.
6.a) Ora, meus Irmãos e Amigos; por isso, impulsiono nossas queridas Instituições da Boa Vontade com uma diretriz ecumênica, visando exercer um efeito benévolo sobre a sociedade, porquanto o mais equilibrado possível, porque não se esquece do significado estratégico e divino da temperança.
6.b) Para realizar tamanha empreitada, não se pode ser hesitante. Pelo contrário, exige-se do trabalhador de Boa Vontade dose incomensurável de coragem, decisão, pertinência e paciência. (...)
7) Ora, para se levar a cabo esse labor, faz-se necessário que o ser humano se alie à Soberania Espiritual, que não se encontra subordinada a crença alguma no mundo, porque Deus não se submete aos volúveis critérios terrenos.
Humanidade de Cima, indispensável elemento civilizatório
8) Nada funcionará de fato se esquecermos a Humanidade de Cima Superior como elemento civilizatório do que ocorre na Terra. Falo da intervenção direta dos Espíritos de Deus no processo de sistematização dos conceitos revolucionários dessa Ética Divina, inseridos na prática dos desafios humanos. Por isso escrevi numa circular aos jovens de todas as idades (por eles generosamente denominada “Epístola Constitucional do Terceiro Milênio”), a 18 de julho de 1988:
A verdadeira origem do Direito e a Esfera dos Espíritos

Título da obra: Jesus curou.
27 – Um dia, a conquista do conhecimento das Normas do Governo de Jesus – constantes do Seu Santo Evangelho e do Seu Apocalipse Redentor – repercutirá na organização de todos os países. Nisso estará a origem do constitucionalismo comum no terceiro milênio, reação consequente contra o absolutismo gerado pela moribunda ignorância espiritual, a governante suprema da civilização da rapina e do ódio. Ela tem prejudicado o saber jurídico mundial, urgentemente necessitado de, sem covardias nem preconceitos, pesquisar a Esfera dos Espíritos, onde se encontra a verdadeira origem do Direito. Afinal, os que conduzem as massas devem ser os que possuem responsabilidade e pensamento ético.
O Direito tem por dever abrir os caminhos para a integração do humano ao Divino, no campo das relações interpessoais, tendo em vista a situação atual do mundo.
Tristemente escreveu Jacques Austruy*1, em O Escândalo do Desenvolvimento: “Fundamentalmente, neste domínio, o papel do poder consiste em tornar a ilusão um bem de consumo e fazer da esperança um lucro”.
E não há maior devaneio do que pensarmos que a morte determina o fim da Vida*2. Esse é um equívoco de consequências trágicas para a humanidade. “Quousque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?”*3
O grande milagre que esperamos
9) Unir-se as Duas Humanidades, a terrestre com a Celeste, ensina a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, é o segredo do governo dos povos. Eis aí, portanto, em marcha a Revolução Mundial dos Espíritos de Luz, na Quarta Revelação, cujo comando é de Deus, que é Amor.
10) Só o Amor Fraterno poderá realizar o grande milagre que esperamos: a união de todos na construção de “um Brasil melhor e de uma humanidade mais feliz”, conforme bradava o sempre lembrado Irmão Alziro Zarur (1914-1979).
Viva Jesus, o Cristo Estadista, que já vem, em nossos corações para sempre!
Aquele que os ama,
José de Paiva Netto
Servidor dos Amigos de Deus
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*1 Jacques Austruy (1930-2010).
*2 Nota de Paiva Netto
A morte não determina o fim da Vida — De fato, essa mentalidade, aterradoramente míope, tem arrastado o nosso orbe a situações das mais deploráveis. Daí a nossa contribuição ao lhes trazer Os mortos não morrem (2018). Estudem esse livro e abram em suas mentes estradas novas para o conhecimento de nossa verdadeira origem: o Mundo Espiritual. Entender a nossa real destinação nos dota de ferramentas para enfrentar qualquer desafio, sejam eles no âmbito pessoal ou coletivo.
*3 “Quousque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?” — Essa frase é de Marcus Tullius Cícero (106-43 a.C.), orador e político romano. Tornou famoso o seu eloquente repúdio a Lucius Sergius Catilina (108-62 a.C.), quando este, ousadamente, compareceu ao senado romano depois de descoberta a sua conspiração contra a República: “Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?”, queixou-se Cícero.