Em 4 de outubro, comemora-se o Dia de São Francisco de Assis

Da Redação
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02/10/2018 às 20h15 - terça-feira
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Há mais de 800 anos, nascia um dos primeiros ecologistas do mundo: Francisco, no ano de 1181 (ou 1182), na cidade de Assis, na região da Úmbria, Itália — por isso, ficou conhecido como Francisco de Assis.

Na vida, dedicou-se a viver o equilíbrio entre o Ser Humano e a Natureza, protegendo as criaturas vítimas da pobreza e da fome, assim como os irmãos do meio natural: a água, as aves, os animais em geral.

São Francisco de Assis abraçou a missão de levar a mensagem de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista vivendo-a com profunda determinação. Dono de discursos incisivos, claros e simples, que marcavam indelevelmente seus ouvintes, por certo, a força de suas palavras repousava na própria experiência pessoal de um jovem, que, embora nascido em berço de ouro, abandonou tudo quando recebeu o chamado de Deus e lutou pelos que mais sofriam.

Filho de um rico comerciante de tecidos, a princípio, teve uma vida boêmia. Lutou na guerra contra a Perugia (capital da região da Úmbria), sendo capturado e mantido prisioneiro por quase um ano. Após retornar da batalha, renunciou a seus bens e fez voto de pobreza. Na igreja de São Damião, em Assis, ouviu do crucifixo um recado de Jesus, uma ordem de reforma. O jovem logo concluiu que se tratava de cuidar da pequena igreja, que estava quase em ruínas. Contudo, o recado espiritual que ouvira era muito mais amplo. Fundou então a Ordem dos Frades Menores, reconhecida pelo Concílio de Latrão em 1215.

Com Santa Clara, amiga e companheira de ideal, instituiu também, em 1212, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. O Irmão da Pobreza, como ficou conhecido, dedicou sua existência a todo tipo de desvalidos e à pregação do Evangelho do Divino Mestre.

No ano de 1225, já muito doente e quase cego volta a Santa Maria dos Anjos, onde ainda realiza feitos extraordinários e escreve a sua mais bela obra literária: Cântico ao Sol. Em 3 de outubro de 1226, morre São Francisco de Assis, recitando o Salmo 141. Foi canonizado em 1232, e é lembrado por pessoas das mais diversas religiões e filosofias, em 4 de outubro.

PRECE

Em homenagem ao Santo do Ecumenismo, como é proclamado por Paiva Netto, presidente-pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, compartilhamos com você a versão do saudoso Proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Alziro Zarur (1914-1979), da Prece de São Francisco de Assis:

Senhor, fazei de mim um
instrumento da Vossa Paz;
onde haja ódio, consenti que eu
semeie Amor;
perdão, onde haja injúria;
fé, onde haja dúvida;
verdade, onde haja mentira;
esperança, onde haja desespero;
luz, onde haja treva;
união, onde haja discórdia;
alegria, onde haja tristeza.
Ó Divino Mestre!
Permiti que eu não procure
tanto ser consolado quanto consolar;
compreendido quanto compreender;
amado quanto amar.
Porque é dando que recebemos;
perdoando é que somos perdoados;
e morrendo é que nascemos para a
Vida Eterna.

MÚSICA LEGIONÁRIA

Esta linda prece, foi transformada em música. Acompanhe:

 

Conheça outra Prece da autoria de São Francisco de Assis, a Prece dos Homens de Boa Vontade, na interpretação do presidente-pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, José de Paiva Netto:

O PATRONO DA LBV

O fundador da Legião da Boa Vontade (LBV), Alziro Zarur, em 6 de janeiro, Dia de Reis, do ano de 1948, foi abordado pela respeitável e saudosa médium Emília Ribeiro de Mello, durante uma sessão na Federação Espírita Brasileira (FEB), que lhe disse: "Meu irmão, São Francisco de Assis esteve todo o tempo aí ao seu lado e manda dizer-lhe que é hora de começar". Por isso, o Santo de Assis é considerado o Patrono da LBV.

Na primeira publicação da Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista (o livro Paiva Netto e a Proclamação do Novo Mandamento de Jesus — A saga heroica de Alziro Zarur na Terra) consta o relato de Zarur sobre a sequência deste importante acontecimento, quando foi buscar respostas sobre a missão que deveria cumprir, na leitura do livro I fioretti, de São Francisco de Assis. Ao terminar a leitura, Zarur lembrava-se nitidamente do compromisso espiritual que havia assumido e, assim, traçou as diretrizes do trabalho que teria início em 4 de março de 1949, com o programa Hora da Boa Vontade, na Rádio Globo do Rio de Janeiro, RJ, trazendo pregações de Paz — destaque para a análise do Apocalipse de Jesus — que deram início à Legião da Boa Vontade (fundada por ele em 1º de janeiro de 1950).

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