Ato Ecumênico reúne lideranças religiosas pela saúde mental dos jovens
Da Redação
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20/08/2026 às 21h00 - quinta-feira
A Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, em parceria com a Brahma Kumaris, no último dia 20 de agosto (quinta-feira), promoveu o Ato Ecumênico pela saúde mental dos jovens.
Ele foi sediado na Igreja Ecumênica da Religião do Amor Universal em Belo Horizonte/MG, na Av. Dr. Cristiano Guimarães, 1356 e 1358 - bairro Planalto, a partir das 19h30 (horário de Brasília).
O evento reuniu a participação de diversas lideranças religiosas, promovendo um diálogo ecumênico, no qual todos e todas compartilharam conhecimentos e práticas de suas valorosas tradições no acolhimento e na promoção de Esperança aos jovens e adolescentes, principalmente àqueles que enfrentam desafios na saúde mental.
Houve a participação ainda do Pregador Ecumênico Irmão Clóvis Jacob, que é responsável pela Igreja Ecumênica da Religião Divina na capital mineira, coordenando a equipe de anfitriões e apresentando marcos históricos da Legião da Boa Vontade e da Religião Divina, promovidos por seus dois grandes Baluartes, Alziro Zarur (1914-1979) e Paiva Netto (1941-2025), na promoção do Ecumenismo e da Paz, a partir de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista.
O Grupo Ecumênico Musical de Belo Horizonte abrilhantou a noite com as composições legionárias, que sempre exaltam a Confraternização e a Paz Mundial.
Belo Horizonte/MG —Público presente no Ato Ecumênico pela Saúde Mental dos Jovens, realizado na Igreja da Religião Divina, em 20 de agosto. (Foto: Equipe da Religião Divina)Grupo Ecumênico Musical de Belo Horizonte se apresentam em Ato Ecumênico "Ato Ecumênico pela saúde mental dos jovens". (Foto: Equipe da Religião Divina)Belo Horizonte/MG — Participação do Grupo Ecumênico Boa Vontade abrilhantou o evento, fortalecendo a mensagem de união e fraternidade.(Foto: Equipe da Religião Divina)Belo Horizonte/MG —Momento de união e reflexão durante o Ato Ecumênico.(Foto: Equipe da Religião Divina)Belo Horizonte/MG —Registro da participação do público no Ato Ecumênico pela Saúde Mental dos Jovens,(Foto: Equipe da Religião Divina)
Clóvis Jacob, Pregador Ecumênico da Religião Divina em Belo Horizonte/MG.
O evento foi coroado por uma Cerimônia Ecumênica, em que as lideranças religiosas foram convidadas subirem ao Altar Sagrado e darem-se as mãos para realizarem a Oração do Ecumênica do Pai-Nosso, de Jesus, na voz do Líder Espiritual da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, José de Paiva Netto.
Formou-se ali, em momento de forte elevação espiritual, a Corrente Ecumênica de Preces em favor dos jovens e adolescentes que enfrentam sofrimentos psíquicos
Equipe da Religião Divina
Momento de Fé e união na Cerimônia Ecumênica, quando lideranças religiosas deram-se as mãos para a Oração Ecumênica do Pai-Nosso.
Os representantes das tradições foram:
— Carlos Eduardo Fernandes, Pregador Ecumênico da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo e Responsável pelo Movimento Infantojuvenil Boa Vontade.
— Augusto Zimbres, membro da Brahma Kumaris e praticante de Raja Yoga.
— Reverendo Jorge Diniz, pastor da segunda Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte e da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - IPU e membro da Coordenação Ampliada do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) em Minas Gerais.
— Argemiro Ferro, Diácono da Arquidiocese de Belo Horizonte/MG e integrante do CONIC, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, em Minas Gerais.
— Isabela Dario, representante do Candomblé, é Makota Bandjalé de matriz africana Angola Gomeia. Também é Presidente da Comissão Estadual de Direito e Liberdade Religiosa da OAB de Minas Gerais.
— Múcio Brum Cardoso, faz parte do Movimento dos Focolares, no Catolicismo.
—Edite Maria de Oliveira da Rocha, participa da Comunidade Bahá'í.
— André Luiz Costa, membro da Fraternidade Espírita Irmão Glaucus.
— Hugo Daysel, Vice-presidente da Igreja Batista Cristo Vive, em Belo Horizonte/MG.
André Luiz Costa, membro da Fraternidade Espírita Irmão Glaucus. (Foto: Equipe da Religião Divina)Edite Maria de Oliveira da Rocha, participa da Comunidade Bahá'í. (Foto: Equipe da Religião Divina)Múcio Brum Cardoso, faz parte do Movimento dos Focolares, no Catolicismo. (Foto: Equipe da Religião Divina)Múcio Brum e Janett Teixeira (Foto: Equipe da Religião Divina)Isabela Dario, representante do Candomblé, é Makota Bandjalé de matriz africana Angola Gomeia. Também é Presidente da Comissão Estadual de Direito e Liberdade Religiosa da OAB de Minas Gerais. (Foto: Equipe da Religião Divina)Argemiro Ferro, Diácono da Arquidiocese de Belo Horizonte/MG e integrante do CONIC, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, em Minas Gerais. (Foto: Equipe da Religião Divina)Reverendo Jorge Diniz, pastor da segunda Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte e da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - IPU e membro da Coordenação Ampliada do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) em Minas Gerais. (Foto: Equipe da Religião Divina)Augusto Zimbres, membro da Brahma Kumaris e praticante de Raja Yoga. (Foto: Equipe da Religião Divina)Carlos Eduardo Fernandes, Pregador Ecumênico da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo e Responsável pelo Movimento Infantojuvenil Boa Vontade. (Foto: Equipe da Religião Divina)Aníbal Moraes, Ministro-Pregador da Religião Divina e mestre de cerimônias do Ato Ecumênico.
(Foto: Equipe da Religião Divina)
Hugo Daysel, Vice-presidente da Igreja Batista Cristo Vive, em Belo Horizonte/MG. (Foto: Equipe da Religião Divina)
Contribuição ecumênica
A contribuição da Religião Divina para o diálogo entre as diversas tradições religiosas e espirituais tem como fundamento o Ecumenismo proposto por ela já nos seus primórdios e que vêm sendo desenvolvido em ações práticas desde 1940, quando Alziro Zarur (1914-1979), Proclamador da Religião do Terceiro Milênio, começou no Brasil, na sede da ABI, Associação Brasileira de Imprensa, no Rio de Janeiro, a Cruzada de Religiões Irmanadas, cujo lançamento ocorreu em 7 de janeiro de 1950, na qual representantes de diversas tradições espirituais e de campos do pensamento humano puderam harmoniosamente discorrer sobre suas visões acerca do tema em questão. Antecipava-se o que viria a se chamar diálogo inter-religioso, e concretizavam-se preceitos que Zarur defendia desde moço, na década de 1920.