Se eu tivesse rezado, meu pai não teria morrido?
Culpa, luto e a Agenda Espiritual
Quando alguém que amamos desencarna, o coração costuma buscar explicações. Às vezes, junto com a saudade, surge um pesar: “Será que eu poderia ter feito algo diferente?”.
Uma participante do atendimento on-line "Pela Vida, Vale a Pena Lutar!" compartilhou uma dúvida particular sobre o luto. Antes do falecimento de seu pai, ela sentiu, no íntimo, que algo iria ocorrer. Não fez uma oração naquele momento, acreditando que fosse apenas coisa da mente. Depois da "perda", a pergunta passou a ecoar: se tivesse rezado, a morte poderia ter sido evitada?
A reflexão se aprofunda quando ela recorda uma fala do próprio pai, dias antes de cair: disse que, se morresse naquele lugar, morreria feliz. Será que ele sentia que aquilo fazia parte de sua Agenda Espiritual?
Essas questões tocam sentimentos, tais como: culpa, saudade, medo de ter falhado e o desejo de compreender o que a Espiritualidade nos revela sobre a vida e a morte.
Mas afinal:
➡️ A oração pode impedir um retorno à Pátria Espiritual?
➡️ Existe um tempo determinado pelas Leis Divinas?
➡️ Como viver o luto sem carregar um peso que não nos pertence?
Essas e outras reflexões são esclarecidas no vídeo com a Irmã Cristina de Fátima Fernandes, Pregadora Ecumênica da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, em uma resposta que conforta, orienta e amplia o entendimento sobre a continuidade da vida espiritual.
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