Como lidar com o fim de um namoro?

Thaís Afonso
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11/06/2014 às 15h31 - quarta-feira

O fim de um namoro, para muitos, pode ser encarado como uma fase de grandes desafios. Se você estiver passando por isso, respire fundo, busque entrar no silêncio para ter tranquilidade para lidar com a situação. Não alimente a dor; é preciso enfrentá-la. Pode ser o fim de uma etapa, mas a vida prossegue. Então, é preciso paciência conosco para que possamos lidar com as nossas reações; afinal esse é um momento de importante transição: mudam-se os hábitos, as pessoas a quem recorremos, as companhias nos passeios aos fins de semana, e todo esse processo requer muita disposição, amor e cuidado. 

É imprescindível também evitar torturar-se com lembranças amargosas e julgamentos precipitados. Transformar aqueles que estavam ao nosso lado em pessoas terríveis não nos ajudará a enfrentar o fim do namoro com mais tranquilidade. 

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Ensina o presidente-pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, José de Paiva Netto, no livro Reflexões da Alma, versão pocket, p. 40: “O sentimento de Amor legítimo liberta o ser humano das algemas de rancor, que lhe provoca uma série de enfermidades psíquicas, físicas e, consequentemente, sociais. Certa ocasião, questionaram o grande evangelista norte-americano Eli Stanley Jones (1884-1973) sobre o segredo de sua boa saúde, apesar da idade já avançada e das muitas andanças missionárias que tinha realizado pelo mundo. Entre outras coisas respondeu: ‘Não tenho ódios nem ressentimentos (...). O ódio é um veneno que deve ser eliminado de nossas vidas’”.

Busca da Felicidade Plena

Muitas vezes incorremos no erro de transferir ao outro a razão e o motivo da nossa felicidade ou mesmo infelicidade. Quando no fundo sabemos que ela se encontra dentro de nós mesmos. Foi Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, quem nos revelou este segredo: “O reino de Deus está dentro de vós” (Boa Nova consoante Lucas, 17: 21). Esta é uma convocação para que arregacemos as mangas e sigamos em frente, fazendo o Bem aos que estão à nossa volta. Afinal de contas, a realização de nossas expectativas de vida e futuro dependem unicamente de nós mesmos para serem alcançadas. 

Estar ou não em um relacionamento romântico-amoroso não é o único fator para a plena realização de nossas existências. “Há gente casada feliz, ou não; semelhante ao que ocorre com quem é solteiro ou solteira. O melhor abrigo onde se deve procurar a felicidade é, de início, dentro de si mesmo ou de si própria”, nos ensina Paiva Netto, no artigo Uma história de Amor, publicado em centenas de jornais, revistas e sites, no Brasil e exterior .

Arte: Atalison Gimenes

Portanto, para alcançar a superação é valido nos lembrarmos também do quanto foi possível crescer e aprender durante o relacionamento. Isto, certamente, nos ajudará a seguir a diante sem carregar mágoas. E o novo rumo que ambos irão seguir podem ser acompanhados das experiências somadas na história que foi construída, pelos aprendizados colhidos, e que não precisam ser menosprezados.

É possível elaborar essa mudança na vida como uma oportunidade para o nosso aprimoramento individual, como uma chance de escrever novas linhas ao nosso futuro. Tudo isso sem precisar recorrer a qualquer outro fator que possa nos fragilizar ainda mais, a exemplo do erro do envolvimento com drogas (lícitas ou ilícitas), que representam circunstâncias irresponsáveis e descomprometidas, que só nos trarão mais dor. Sobre isso, aprendemos na Religião do Terceiro Milênio: “Muita vez Você está desesperado (ou desesperada) e exclama: ‘Tudo acabou! Nada mais existe! Não resta a mínima esperança!’. No entanto, o Sol continua brilhando lá fora; o ar, circulando à sua volta; a vida, vivendo... A Humanidade persiste, repleta de confiança, malgrado tantos tropeços”, conforme lemos no artigo O Sol nasce para todos, de grande repercussão em veículos no Brasil e exterior. Que essa esperança em dias melhores conforte os nossos corações e nos inspire a buscar o amparo de Deus para que não nos desviemos da nossa felicidade que, com certeza, é o nosso destino, firmando no Amor Fraterno do Divino Amigo.

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