Relembre histórica carta escrita por Paiva Netto em 1961

Da Redação
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09/04/2014 às 17h02 - quarta-feira
Daniel Trevisan
 

Em 9 de abril de 1961, o saudoso proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Alziro Zarur (1914-1979), recebia das mãos de José de Paiva Netto uma carta em que expressava seu compromisso e sentimento com a causa do Bem.

Na época, com 20 anos, o jovem Paiva Netto retratou em singelas palavras todo o seu amor e devoção às Instituições da Boa Vontade. 

Acompanhe abaixo a reprodução desse registro histórico da identidade militante do presidente-pregador da Religião do Terceiro Milênio:

Caríssimo Irmão Presidente

Alziro Zarur,

DEUS ESTÁ PRESENTE!

Eu venho dar aqui um testemunho de Fé, na Legião da Boa Vontade, que nos revelou o Novo Mandamento e nos fez conhecer a Verdade libertadora dizendo alto e bom som, no seu programa, que eu, José Simões de Paiva Netto, brasileiro, solteiro, vacinado, Legionário da Boa Vontade, respondendo a todos aqueles que, ironicamente, me perguntam se creio e permaneço e permanecerei na LBV: cri, creio e crerei, permaneci, permaneço e permanecerei sempre, porque amo a minha Pátria, amo aos meus semelhantes. E também creio, como cri e crerei na LBV. Permaneci, permaneço e permanecerei na LBV pelo simples motivo de não poder usar canga*.

VIVA JESUS!

José de Paiva Netto, Estado da Guanabara, 9 de abril de 1961.

*Jugo de madeira que une uma junta de bois para o trabalho.

A reprodução original da carta encontra-se publicada na página 288 da revista BOA VONTADE, edição especial dos 60 anos. A publicação relembra os principais fatos históricos da Legião da Boa Vontade (LBV). Para adquiri-la, basta ligar para o Clube Cultura de Paz pelo telefone: 0300 10 07 940 (custo de uma ligação local, mais impostos).

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