Junho – Mês da Consciência Legionária

Da Redação
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23/05/2016 às 18h30 - segunda-feira

O mês de junho é muito importante para a Juventude Ecumênica da Boa Vontade de Deus, por isso, tornou-se o mês da Consciência Legionária, da Consciência Cristã do Novo Mandamento de Jesus. Foi em 29 de junho de 1956, que Paiva Netto dava início à sua trajetória na Seara da Boa Vontade. Em 2016, são celebrados os seus 60 anos de trabalhos ininterruptos pelo Ideal de Fraternidade Ecumênica.

E para comemorar esse marco, durante todo o mês, estão programadas ações de expansão dos ideais do Evangelho-Apocalipse do Educador Celeste, remontando ao que representa essa data no calendário da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo.

Serão desenvolvidos mutirões de Campanhas de Entronização do Novo Mandamento de Jesus nos Corações de Boa Vontade, Plantões de Assistência Espiritual, atividades em prol do meio ambiente, entre outras. O ponto alto das comemorações será a sessão solene de encerramento do 41o Fórum Internacional dos Jovem Ecumênico da Boa Vontade de Deus, que ocorrerá no dia 2 de julho, na capital paulista, sob o comando de Paiva Netto.

Confira a agenda e programe sua participação:

04, 11, 18  e 25/06 - Campanha de Entronização do Novo Mandamento de Jesus.

05/06 - Encontro Jovem de Boa Vontade, com o tema Nós construímos a Paz!, celebrando o Dia Mundial do Meio Ambiente.

19/06 - Plantão de Assistência Espiritual – Juventude Gloriosa, onde a equipe Departamento de Assistência Espiritual levará esclarecimento e conforto espiritual aos Lares, Hospitais.

02/07 - Conclusão do 41º Fórum Internacional do Jovem Ecumênico da Boa Vontade de Deus, sob o comando de Paiva Netto.

 

História

No artigo “Parece que foi ontem...”, o presidente-pregador da Religião Divina, narra suas memórias: “Amanhecia 29 de junho de 1956 – Dia de São Pedro e São Paulo. Nasci no Rio de Janeiro. Com 15 anos, num gesto intuitivo, liguei o rádio. Estava no ar a Tamoio. Vivíamos os festejos juninos. Surpreso, ouvi os acordes de Noite Feliz! em tempo ainda distante do Natal. E logo vibrou a palavra de Alziro Zarur (1914-1979). Esse fato mudou a minha vida, tal qual a de tantos outros que aguardavam algo que lhes falasse o que precisavam ouvir a respeito de Quem, no dizer de João Batista, nem somos merecedores ‘de limpar-Lhe o pó das sandálias’: Jesus! Zarur entoava o ‘Glória a Deus nas Alturas, Paz na Terra aos homens de Boa Vontade!’ (Evangelho, segundo Lucas, 2:14.) Naquela hora, como que um raio desceu sobre mim, mas não me fulminou. Pelo contrário: percebi que não sou apenas um produto da carne, posto que certa mentalidade por aí faz alguns pensarem que este mundo seja um açougue. Tenho espírito. Não em resultado de combinações químicas cerebrais, porquanto a inteligência situa-se além do corpo, como que havendo uma mente psíquica fora do cérebro somático. (...) A partir daquele momento, o que foi despertado em mim não poderia surgir de um pedaço de matéria que um dia se transformará na rebelião famélica dos vermes. Ah! Somos alguma coisa bem superior, que sintoniza as estrelas! É essencial ter, portanto, em nós um diapasão que ressoe na grandeza de sua melodia. (...) No mesmo instante, virei-me para minha saudosa mãe, Idalina de Paiva (1913-1994) e, decidido, sentenciei: ‘É com esse que eu vou!’”.

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