Vida após a morte

Em seu artigo A morte não é o fim e em Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, vol. I, p. 157, escreve o Presidente-Pregador da Religião Divina, José de Paiva Netto, autor da assertiva “O mundo espiritual não é uma abstração”:
“Nada morre. Basta ver que o cadáver, que vestiu o Espírito, também se transforma em Vida. A morte é um boato. Alziro Zarur ensinava que não há morte em nenhum ponto do Universo. Deus não é morte. É Vida. E Vida Eterna. O próprio Jesus revelou aos Seus discípulos que o Pai Celestial universalmente governa Seres Imortais. E arrematou: Por não acreditardes nesta realidade, viveis equivocadamente. Aqueles que amamos não morrem jamais, mesmo já se encontrando no Mundo Espiritual. Muitos permanecem ao nosso lado, ajudando-nos; outros podem estar precisando de nossas preces. Oremos por eles, para que quando chegue a nossa vez alguém ore por nós, e agradeçamos a Deus por ser Deus de vivos’. Os mortos não morrem".

O Espírito não é simples projeção da mente.


Define o Irmão Paiva Netto, em seu livro Crônicas e Entrevistas, página 51:“Há quem o entenda apenas como projeção da mente carnal, o raciocínio material. Então, temos de explicar o que queremos dizer com Espírito: a parte eterna de todos nós, sem o que o corpo vira cadáver”.


Em página intitulada “Matéria também é Espírito. Deus não é suicida.”, escrita em 1992, em Santa Maria do Arnoso, Lugar de Lages, Portugal, Paiva Netto conceituou:“Disse Jesus: ‘Eu e o Pai somos Um’. Necessário é, pois, inferir que o Espírito (Deus é Espírito, ensinou o Cristo) e a criação do Filho, expressa na Natureza pela matéria planetária, são também Um, isto é, têm a mesma origem espiritual. Não se trata de panteísmo. A Revolução de Einstein (1879-1955) no campo da Física foi nessa mesma direção: E = mc². A conceituação moderna de matéria é nuclear. A imagem da solidez foi substituída pelo circuito fissão/fusão. A liberação da energia, contida no dinamismo dos núcleos acelerados, passa pelos dedos e escapa às mãos dos que desejariam segurar a matéria, firmados em ultrapassados conceitos do materialismo dialético. Eis uma descoberta científica com sérias conseqüências morais, como todas o são em profundidade.”