Benfeitor

Da Redação
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Quem é o Benfeitor?

O Benfeitor da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo dedica-se voluntariamente às ações da Religião do Terceiro Milênio e destina o dízimo dos seus proventos para a Religião Divina, por reconhecer a importância de sua Doutrina Ecumênica e sua atuação universalista em benefício da Família Humanidade. Esse porcentual é calculado a partir do valor líquido, ou seja, aquele recebido efetivamente pelo Cristão do Novo Mandamento de Jesus.

"Quem de si mesmo souber doar, de Deus será digno de tudo receber."

Paiva Netto

 

O que é a Benfeitoria?

Trata-se da dedicação de tempo e contribuição financeira para a sustentação da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo. A Benfeitoria é um recurso indispensável para a realização dos serviços de esclarecimento e conforto espiritual prestados pela Religião do Terceiro Milênio. É a sustentação das ações fraternas que são desenvolvidas no Templo da Boa Vontade (TBV), em Brasília, DF, e nas Igrejas Ecumênicas, tais como: as reuniões públicas, as palestras, as visitas fraternas de assistência espiritual, as Cruzadas nos Lares, as ações infantojuvenis, as apresentações culturais, dentre outras. 

 

Por que se tornar um Benfeitor?

Porque essa iniciativa representa um gesto de generosidade, é expressão de amor daqueles que agradecem a Deus, ajudando aos seus Irmãos, ensinando o Bem maior que é o Amor Divinal, fazendo com que muitas pessoas encontrem esclarecimento, conforto espiritual e descubram o Poder da Fé Realizante em suas vidas.

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Por isso, os Benfeitores são verdadeiros guardiães da Mensagem Ecumênica e Fraterna da Religião do Terceiro Milênio e recebem, conforme revela Jesus, em Seu Apocalipse, 3:10, o divino amparo do Pai Celestial: “Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também Eu te guardarei na hora da tormenta que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra”.

Como tornar-me um Benfeitor?

Para destinar o dízimo de seus proventos à Religião do Terceiro Milênio, de forma rápida e totalmente segura, acesse: https://oferta.religiaodedeus.org.

 

Seja, você também, um Benfeitor da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo!

                                              

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais os benefícios de ser um Benfeitor?

A decisão pela Benfeitoria proporciona a manutenção e ampliação das ações de esclarecimento e conforto espiritual da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, que dessa forma chegam a milhares de famílias. O Benfeitor constrói para si não apenas a felicidade de contribuir para a expansão da Mensagem Ecumênica de Jesus e o amparo aos que sofrem, mas também para o sucesso e para o desenvolvimento espiritual de sua própria família.

O Benfeitor pode ser também um Diácono ou Seareiro?

Sim. O Benfeitor da Religião Divina reconhece a importância da sua contribuição financeira, mas também entende como essencial a sua participação voluntária nas atividades que esclarecem e confortam as Almas, realizadas nas Igrejas Ecumênicas, a exemplo do Diaconato; e nas Cruzadas do Novo Mandamento de Jesus nos Lares de Boa Vontade, no caso dos Seareiros.

A Benfeitoria é uma obrigação?

Não, a benfeitoria é um gesto de Fé Realizante; representa uma postura de compromisso com a sustentação do Ideal do Cristo na Terra. Trata-se de uma atitude de Amor, de fidelidade e de gratidão a Jesus por todas as bênçãos Dele recebidas. Também é uma forma de contribuir, por decisão pessoal e compromisso espiritual, com parte dos recursos que Ele nos concede, para a salvação de Almas para Deus. É, portanto, um ato espontâneo, voluntário e consciente daquele que decide doar o seu dízimo para a sustentação das Igrejas Ecumênicas, a para a expansão das ações de pregação nos Lares, comunidades e pelas mídias (Rádio, TV, Internet e publicações).

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Se eu doar menos de 10% dos meus ganhos, não serei considerado um Benfeitor?

Você será um ofertante da Religião Divina e, com o amparo de Deus, em breve poderá se tornar um Benfeitor.

O dízimo apresenta a condição de sustentabilidade para as ações da Igreja, além de ser uma medida justa para estabelecer uma referência sobre o valor oferecido, pois a décima parte dos rendimentos coloca sob a condição de igualdade todos os que assumem esse compromisso de assistir esta Casa Sagrada. A partir da visão do dízimo, nenhuma doação é considerada maior do que a outra, pois todos doam na mesma proporção, independentemente dos seus proventos.

Se eu ajudar só com meu trabalho voluntário serei um Benfeitor?

Não. Aqueles que atuam voluntariamente na Religião Divina são denominados como Diáconos.

A doação do Benfeitor vai para qual atividade?

A Benfeitoria é destinada à sustentação da Pregação do Evangelho-Apocalipse de Jesus, na promoção da Caridade Espiritual que esclarece, ilumina e conforta as Almas, por meio de todas as formas e meios de atuação da Religião Divina, desde a sustentação das suas Igrejas Ecumênicas, com a manutenção do imóvel, equipamentos, água, luz, aluguel, tarifa telefônica, impostos, materiais de usos e consumos, cursos, palestras, ao sustento da atuação missionária, por meio de visitas aos lares, visitas do Departamento de Assistência Espiritual (DAE), atividades com os Soldadinhos de Deus, Pré-Juventude e Juventude Cristã do Novo Mandamento, ações de expansão musical e cultural, além da manutenção da Comunicação 100% Jesus que aproxima o coração de sua audiência ao de Jesus, oferecendo, 24 horas por dia, uma programação ecumênica, fraterna e de Paz, por meio da Boa Vontade TV, da Super Rede Boa Vontade de Rádio, do Portal Boa Vontade, da revista JESUS ESTÁ CHEGANDO! e de outras publicações.

O dízimo é bíblico?

Sim. Presente desde a Antiguidade, está descrito ou mencionado na Bíblia Sagrada em diversas passagens (entre elas: Malaquias, 3:10 a 12; Gênesis, 14:20; e Números, 23:23). Nas Divinas Escrituras ele está pautado não como um pagamento, mas como uma devolução a Deus do que Ele nos dá. Ao referir-se à décima parte, coloca sob condição de igualdade todos os que assumem este compromisso.

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O que a Bíblia diz sobre o dízimo?

O dízimo é anterior à Lei Mosaica, conforme vemos no registro do Antigo Testamento no livro de Gênesis, capítulo 14, versículos de 18 a 20, em que Abraão, grato ao rei Melquisedeque, por ter ajudado a libertar seu sobrinho Ló, ofereceu o dízimo ao rei. Este ato refletia o respeito de Abraão para com Melquisedeque, que era também um sacerdote. O dízimo já era ofertado e reconhecido como sustento da palavra de Deus  e provedor dos serviços religiosos e dos cuidados para com as coisas sagradas desde esta época, a exemplo do que encontramos em Números, 18:21 a 32.

No Evangelho do Divino Mestre, segundo Mateus, 23:23, encontramos uma advertência de Jesus para os escribas e fariseus da época, orientando quanto ao uso responsável desses recursos: “Ai de vós escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé, devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!”.

Muitas outras passagens encontramos na Bíblia Sagrada que refletem o agradecimento dos povos a Deus por meio do dízimo, que representa o oferecimento de 10% de tudo quanto se ganha ou arrecada. Podemos destacar ainda as passagens contidas em: Malaquias, 3:10 a 12; Gênesis, 14:20; e Números, 23:23.

Portanto, nas Escrituras Sagradas, o dízimo não está pautado como um pagamento ou uma obrigação, mas como uma devolução a Deus do que Ele nos oferece.

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