Alziro Zarur — Proclamador da Religião do Terceiro Milênio

Alziro Abraão Elias David Zarur (1914-1979)
Proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo.

Biografia

Nasceu na cidade do Rio de Janeiro/RJ, Brasil, no Natal de Jesus de 1914. Jornalista, radialista, escritor e poeta, fundou a Legião da Boa Vontade (LBV), em 1º de janeiro de 1950, e brilhantemente presidiu-a até a sua passagem para o Plano Espiritual, em 21 de outubro de 1979, sendo sucedido por José Simões de Paiva Netto. Polêmico e carismático, de forma popular e inovadora era pregador entusiasta do Evangelho e do Apocalipse de Jesus, mas não “ao pé da letra que mata” (Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios, 3:6), contudo, em Espírito e Verdade à luz do Novo Mandamento do Cristo Ecumênico. Zarur foi também o grande Proclamador do Ecumenismo Irrestrito no mundo, tese que já sustentava desde a sua adolescência, quando lançou os fundamentos da Cruzada de Religiões Irmanadas, uma antecipação do relacionamento inter-religioso. Proclamou, em 7 de outubro de 1973, em Maringá, Estado do Paraná, Brasil, a Religião de Deus, Religião do Amor Universal, Religião do Terceiro Milênio, que definiu assim: A Religião do Terceiro Milênio, a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, é mais que toda a Religião: é toda a Ciência, é toda a Filosofia, é toda a Política e toda a Moral, todo o progresso humano, unido ao progresso de todos os mundos, de todas as Humanidades Siderais — o Amor Universal na apoteose ao Criador Onipotente, Onisciente e Onipresente, o nosso Deus, o nosso Pai!”. Paiva Netto fez colocar essa magnífica definição de Alziro

Zarur em um belíssimo painel em mármore com letras em bronze, na concorrida Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade, em Brasília/DF, Brasil. O conceito foi traduzido para diversos idiomas. Esse monumento, o mais visitado do Distrito Federal, foi erguido e fundado por Paiva Netto, sucessor de Alziro Zarur, em 21 de outubro de 1989. Zarur proclamou, em 7 de setembro de 1959, na cidade de Campinas/SP, Brasil, o Novo Mandamento de Jesus, que se encontrava praticamente esquecido na Bíblia Sagrada, demonstrando, entre outras coisas, o seu Sentido Prático e o seu Sentido Oculto.